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quarta-feira, 7 de outubro de 2009

Cura espiritual de um animal doméstico

O Boneco

A minha gatinha, a ‘Rabina’ teve vários filhos. Procurámos donos para as crias. Foram encaminhadas para pessoas amigas. Todas muito bonitas. Ficámos com um gatinho, apenas porque nasceu muito doentinho.

Demos-lhe o nome de ‘Boneco’.

Era também muito bonito. Só que muito doente. Todo o seu corpo estava coberto de pequenos tumores do tamanho de berlindes.

Levámo-lo muitas vezes a vários veterinários. Foram-lhe feitas muitas análises. Mas nunca veio o diagnóstico. Gastámos muito dinheiro com o ‘Boneco’. Os resultados foram nulos.

Em desespero, atrevemo-nos a pedir, em reunião mediúnica, ajuda para o ‘Boneco’. A resposta foi, exactamente, a seguinte: “O gatinho será curado”.

Fomos para casa. À chegada vimos logo que o gatinho estava melhor. Passados alguns dias o gatinho estava, de facto, curado. Não havia qualquer sinal dos tumores que antes apresentava.

Para quem crê que as curas espirituais são obra de sugestão ou influência mental, este facto resta inexplicado.

Até hoje, passados cerca de dez anos, o ‘Boneco’ cá continua saudável, não nos tendo dado mais preocupações em matéria de saúde.



Outubro de 2009
Mário

quinta-feira, 31 de janeiro de 2008

Conviver com a aaaaPerda dos nossos animais

Hoje, foi um dia muito triste cá em casa, pois desencarnou de falha cardíaca uma gatinha amorosa, após uma semana de sofrimento físico para ela e de desespero para nós que a víamos ir definhando sem nada podermos fazer, a não ser medicá-la e acarinhá-la.

Nem os outros gatitos saíram hoje de casa, como habitualmente o fazem, ficando perto dela, da ”Pretinha” e “mimando-a”. São bem sensíveis os animais, pressentindo e captando inclusive a presença de entidades espirituais e reagindo de acordo com as vibrações emitidas. Di-lo a Codificação e a nossa experiência pessoal.

Lembrei-me de Chico Xavier que recebeu “de volta” o seu cão “Dom Pedrito”, reencarnado noutro cãozinho, segundo o informou Emmanuel.

Talvez que algo de semelhante aconteça aqui em casa e que a família felina aumente novamente para 4. Nós a reconheceríamos, certamente, pois quem convive com animais sabe que todos são diferentes, embora predominem as características da espécie.


Que nos ensina a Codificação sobre os animais?

Será que eles têm alma?

Estão sujeitos à evolução?

Os Espíritos Superiores declararam a Kardec que, embora os animais não tenham alma semelhante à dos seres humanos, eles possuem um princípio espiritual e que, pouco tempo depois do desencarne, voltam à experiência terrena para um novo aprendizado no caminho ainda incipiente da evolução. Espíritos especializados nessa tarefa recebem-nos e fazem-nos reencarnar, na mesma ou noutra espécie, até que esse princípio inteligente, no decorrer dos tempos, possa atingir o estado hominal.

As suas dores sendo apenas físicas e não morais, pois ainda não têm consciência de si para praticarem o mal e, por isso, sofrerem as leis de causa e efeito, servem-lhes como diz Emmanuel “de passaporte para mais amplos recursos nos domínios da evolução."( Animais e Sofrimento)

Dos cuidados, da afeição e do carinho que lhes dedicamos durante anos de convívio, correspondidos por sinais de afecto em relação aos donos, resta a saudade que nos deixam os nossos animais domésticos.

Talvez a maior lição para nós seja o aprendizado da perda e o da aceitação.

“A prova tortura. Sem ela, entretanto, é impossível a aprendizagem.”

(Agenda Cristã – Espírito: André Luiz – Francisco Cândido Xavier)

E, daqui, a uns milénios, quem sabe se não ocuparemos junto deles, os lugares dos nossos actuais guias espirituais?