quinta-feira, 14 de junho de 2007

Mensagem Mediúnica


  • Dado que actualmente muitos ‘médiuns’ desprezam e/ou adulteram os talentos que lhes foram transitoriamente concedidos, rendidos ao orgulho, ao egoísmo e à vaidade (que todos nós possuímos em maior ou menor grau, diga-se de passagem), resolvemos enviar-lhe uma comunicação de um Espírito Amigo sobre o assunto.

  • Na noite de 20 para 21 de Maio de 2007 iniciámos nossa reunião, escolhendo ao acaso, como é habitual, uma lição do Evangelho Segundo o Espiritismo, do Capítulo XXI, ("Falsos Cristos e Falsos Profetas"), a lição de Erasmo intitulada "Os falsos profetas da erraticidade".Tivemos dificuldade em ler a lição e foi com um certo esforço que o fizemos, dada a sonolência que nos incomodou o tempo todo. A todos nós, os participantes na reunião. Só posteriormente é que pudemos interpretar o porquê dessa sonolência.

  • Manifestou-se um Espírito Amigo, em nossa reunião e, após a sua comunicação, um Espírito familiar nos esclareceu, que o Espírito Amigo se manifestou para grande assembleia de espíritos encarnados presentes, em desprendimento durante o sono.Compreendemos, então, após ouvirmos a gravação da comunicação, que a sonolência que sentimos, nos era transmitida por espíritos encarnados presentes, numa autêntica reacção de fuga (às responsabilidades e a si próprios).

  • Transcrevemos, em seguida, a comunicação psicofónica, cujo conteúdo constitui um alerta para todos nós, em geral e para os ‘médiuns’, em particular.

“Meus amigos, sois aqueles que desceram à Terra num dia de bênçãos infinitas, derramadas em vossos corações, impulsionando vossas vontades para melhorardes, para aplicardes em concreto vosso aprendizado, as lições que incorporastes em vosso espírito. E partistes, mais uma vez, para o Planeta Bendito.

Lembrai-vos meus amigos. Recuai. Visualizai esse dia marcante em vossas vidas e os dias que o antecederam, onde, convictos das vossas missões, confiantes em vossas forças e em vosso amor a Deus, jurastes a vós mesmos cumprir o melhor que pudésseis, a Sua Vontade, levando a palavra de Jesus a todos os cantos do Planeta.

Missão difícil, mas fundamental, nos tempos em que decidistes encarnar. Tempos rápidos. Tempos em que impera o consumismo desenfreado, as leituras de bolso, os desejados milagres repentinos “solucionando” tantos problemas existenciais.

Fácil se torna, meus amigos, deixar-se iludir pelo elogio. Vede. Vede como vos mostrais ufanos, alegres, julgando o vosso trabalho bem realizado. Mas, olhando em vossos interiores, não encontrais mais do que o orgulho e a satisfação pessoal de serdes reconhecidos publicamente, de serdes ouvidos com atenção, de serdes acarinhados interesseiramente, ou por ignorância, trazendo para vossos espíritos endividados maiores responsabilidades pelos enganos que cometeis e pelos enganos a que conduzis outros que, um dia, pela lei da acção e da reacção, tereis de reencaminhar.

Sim, meus amigos, muitos falsos profetas desceram e viveram no mundo. Muitos falsos profetas desceram ainda mais no mundo, proclamando na actualidade leis absurdas, filosofias ilusórias que apenas retardam o progresso tão ansiado, a iluminação das mentes e o encontro com Jesus.

Reflecti, meus amigos. A hora é chegada, da vossa derradeira decisão. Não podeis adiar mais. Não podeis iludir-vos. A última hora será tarde para a decisão. É hoje, a partir de agora, que deveis mudar vosso caminho, pois Jesus nada cobrou pelos seus ensinamentos. Não mistificou, não retirou responsabilidades individuais, criando facilidades enganadoras. Não incentivou ao prazer e sim à meditação, à reflexão de nossos erros e à correcção das nossas atitudes, erguendo o olhar para Deus, nosso Pai.

A mediunidade, meus amigos, vos foi entregue para auxiliardes a todos os necessitados que de vós se aproximam. Para ensinardes os caminhos mais correctos a escolher por vossos irmãos. Nada deveis cobrar em troca, porque já recebeis por esse trabalho em centuplicado.

Fugi das projecções sociais que tantas perdas têm provocado. Não queirais o brilhantismo dos grandes salões, porque encontrareis, em mais um regresso, apenas casebres nas vossas aquisições morais e espirituais.

É chegada a hora, meus amigos. O mundo evolui. Ao nosso Planeta têm aportado grandes cientistas que produzem em laboratórios especializados grandes descobertas nas várias áreas, trazendo à Humanidade conforto e mais conforto como nunca antes se viu. Cura para doenças antes consideradas incuráveis. Aumento da visão do Universo em ritmo acelerado, deixando a Humanidade estonteada à medida que esse conhecimento é divulgado. As grandes organizações humanitárias surgem um pouco por todo o planeta, levando o consolo e o auxílio que se fazem necessários a grande parte dos povos em sofrimento. Missionários abnegados surgem de todos os cantos, proclamando a Verdade, implorando a urgência da mudança da sociedade do lucro em prol dos mais pobres, dos indesejados, dos esquecidos pela comunicação social, mas que morrem ainda aos milhões.

Meditai, meus amigos. O Mundo está em mudança. Se recuarmos aos séculos anteriores verificareis que nunca houve uma época semelhante à que agora encontrais. Deveis salvaguardar as aquisições já adquiridas, passe o pleonasmo. Valorizar o que encontrais de positivo ao vosso redor e tentar eliminar a dor, a ignorância e a descrença, na medida das vossas possibilidades, aumentando a vossa fé num porvir melhor para todos e para vós mesmos.

Ficai em Paz meus amigos e que as luzes da esperança encham vossos corações e que a vossa vontade se reforce, alterando vossas atitudes, no amanhã que se aproxima.

Um Espírito Amigo

mensagem recebida no "Núcleo Espírita Familiar Amigo Amén"
Santa Maria

enviado por Manuel

quarta-feira, 13 de junho de 2007

Grupo Espírita

Carta enviada por correio electrónico
Amiga Joana:

Solicita-nos a amiga que digamos quem somos, que nos identifiquemos. Pois bem: somos um núcleo espírita familiar cuja origem remonta a 1992, embora alguns de nós tenhamos mais de duas décadas de experiência na participação, quer no movimento espírita, quer em reuniões mediúnicas sérias, sempre pautadas pelas regras que a Codificação Espírita impõe.

Nunca pensámos no nome de nosso núcleo espírita familiar, pois achámos que isso nunca seria importante mas, já que nos pede, indicaremos um nome que adiante justificaremos: "Núcleo Espírita Familiar Amigo Amén".

Quanto aos nossos nomes, pouco importa. Assinamos com pseudónimos. Aliás, achamos que o conhecimento que outrem possa ter acerca da nossa identidade pessoal constitui um entrave ao nosso trabalho. Pretendemos o anonimato total para que possamos, longe do mediatismo reinante, levar a cabo o exercício activo da Caridade, tal como o Mestre nos ensinou.

Nossas reuniões mediúnicas dedicam-se única e exclusivamente à prática da Caridade que, como sabeis, é exercida em ambos os lados da existência. A parcela decisiva do trabalho é feita pelos Amigos Espirituais. A doutrinação a entidades sofredoras é, em nosso entender, o culminar de um trabalho, por vezes longo, já anteriormente desenvolvido.
Nossa participação durante as reuniões mediúnicas, enquanto doutrinador é, como diz André Luiz, semelhante à de um “técnico electricista que liga e desliga tomadas”. Não nos esquecemos nunca de que as entidades sofredoras manifestantes se encontram na maioria das vezes numa situação confusa e de que, mais do que as palavras que possamos ou não dizer, o importante são as vibrações de amor que lhes enviarmos. Trata-se de irmãos muito carenciados de Amor. Sobretudo isso. Amor e algum esclarecimento.

Como sensitivo que somos, durante as reuniões, vamos captando o ambiente que nos cerca, o que, dada a experiência que possuímos, nos permite afirmar, com grande margem de segurança, o que está ocorrendo; assim, intuídos que estamos sendo, podemos conduzir a reunião, de acordo com a estratégia mais adequada ao bom prosseguimento dos trabalhos.
Como podereis adivinhar, os diálogos que mantemos com as entidades em sofrimento são relativamente curtos. A estratégia varia caso a caso. Seria longo descrevê-las. Mas podereis consultar os livros de Hermínio Miranda a respeito.
Quanto às comunicações que recebemos, algumas de entidades cujos nomes são conhecidos na Terra, temos sempre muito cuidado na análise do conteúdo. Mas mais do que as palavras e/ou a entoação com que elas são proferidas, o clima espiritual que se gera durante a comunicação, o 'clima vibratório' transmitido e sentido pelos presentes, que nos permite perceber sobre o grau de elevação e a autoridade moral do espírito comunicante. E isto não pode ser percebido por uma simples análise textual do conteúdo da comunicação. Porque aqui, mais do que as palavras, é o coração que fala. E as emoções sentidas pelos participantes numa reunião mediúnica – em qualquer reunião mediúnica – nunca poderão ser transmitidas pelo texto da comunicação. Por isso, sempre aconselhamos prudência nas avaliações: nem uma análise que se oriente pelo 'friamente racional', nem a aceitação mais ou menos leviana, em que tudo (ou quase) é admitido sem aprofundada análise.
Pela nossa parte a constância da credibilidade da médium, adicionada à experiência do doutrinador, a coesão e a afinidade dos participantes são garantias a ter em consideração. Não absolutas, pois nestas questões o absoluto não existe.

Ninguém está livre de mistificações. O próprio Chico Xavier psicografou um livro intitulado " Cartas de uma morta" e atribuído ao espírito de Maria João de Deus, sua mãe terrena e publicado em 1935, que nós consideramos completa mistificação. A que se deveu isso? Quanto a nós, vários factores confluíram: por um lado, o íntimo desejo do médium de uma comunicação de sua mãe terrena, a quem ele tanto queria e admirava; por outro, a atmosfera social reinante que fez com que, por exemplo, o livro "A vida no planeta Marte e os discos voadores" (1955), atribuído ao espírito Ramatis e que é, como se sabe, uma mistificação da primeira à última página, se vendesse mais do que todas as obras da Codificação juntas.
Pela nossa parte habituámo-nos a reger pelo conselho de Erasto: "Na dúvida, abstém-te, diz um dos vossos antigos provérbios. Não admitais, pois, o que não for para vós de evidência inegável. Ao aparecer uma nova opinião, pelo menos que vos pareça duvidosa, passai-a pelo crivo da razão e da lógica. O que a razão e o bom-senso reprovam, rejeitai corajosamente. Mais vale rejeitar dez verdades do que admitir uma única mentira, uma única teoria falsa..." (Livro dos Médiuns, Cap.XX, item 230, tradução de J. Herculano Pires).
A escolha do nome "Núcleo Espírita Familiar Amigo Amén" deve-se ao facto de este Espírito Amigo se manifestar desde há cerca de 15 anos e sentirmos grande carinho por ele e ele por nós. Trata-nos sempre por "meus filhos" . Antes de se manifestar sentimos grande emoção pessoal. Após a sua manifestação a "médium" fica sempre com uma sensação de grande tranquilidade. Nunca disse o seu nome. Já não sabemos se foi este nosso querido amigo, se nós, que escolhemos o nome de Ámen (inicialmente fazia o sinal da cruz). Passou, desde então, a ser conhecido em nosso grupo como “Amigo Ámen”. E é assim que o tratamos desde sempre. Talvez um dia ele nos diga sobre uma de suas vidas na Terra e fiquemos a saber algo sobre a sua identidade. Para nós é e será sempre um Amigo Espiritual muito querido.
Santa Maria, 28 de Maio de 2007

Manuel

terça-feira, 12 de junho de 2007

Mensagens Mediúnicas

De acordo com o meu pedido, o amigo Manuel enviou-me para o correio electrónico os dados necessários à identificação das mensagens mediúnicas que tem divulgado nos comentários. E permitiu que divulgasse a sua carta com a história do grupo que se reune, essencialmente, com o objectivo de prestar auxílio a entidades sofredoras. É o que farei, pois todas as informações são importantes, quando tentamos avaliar da seriedade e credibilidade de mensagens emanadas do Alto.
Com os posts existentes, sobre "Mediunidade", "Animismo, Mediunismo e Mistificação", aliados ao estudo das obras básicas da codificação, moralidade e bom-senso de todos os leitores, creio possuirmos algumas ferramentas que nos permitem aquilatar da qualidade das mensagens que passarei a postar, da responsabilidade do grupo espírita familiar "Amigo Amén" e, sempre que eu entenda, poderem elas servir de instrução para as nossas vidas, tendentes ao aperfeiçoamento individual e à prática do Bem, desde que não firam os princípios doutrinários compilados por Allan Kardec e oriundos dos Espíritos Superiores.
Quanto à assinatura das mensagens, ela é secundária, desde que o conteúdo revele a superioridade do espírito manifestante, tanto mais humilde o seu estilo (e aqui não me refiro ao literário) e a forma como expressa os seus ensinos, quanto o seu pensamento for, de facto superior.
Muitos espíritos furtam-se à identificação ou porque tiveram projecção na terra, ou porque o seu nome nada nos diria. Dediquemo-nos, pois a uma análise cuidadosa do conteúdo.
Lembremo-nos ainda, que, como diz Divaldo, "Espírito não tem dono" e que, segundo Erasto, "mais vale rejeitar 10 verdades, do que aceitar uma só mentira".
Passaremos, brevemente, à divulgação da carta, atrás referida.

segunda-feira, 11 de junho de 2007

O AMOR

Quando Jesus pronunciou essa palavra divina - AMOR - ela fez estremecer os povos, e os mártires, ébrios de esperança, desceram ao circo.

(O Evangelho Seg. o Espiritismo)