quinta-feira, 15 de janeiro de 2009

Animais domésticos em reuniões mediúnicas

Voltaremos mais tarde ao tema da Desencarnação, apresentando reflexões sobre o momento da "morte", como se processa o desenlace e os auxílios que recebemos da espiritualidade. Agora quero dar-vos a conhecer a experiência dum amigo com os animais, nossos amigos:
"Pede-me a amiga Joana que lhe relate, baseado na minha experiência, o que sucede quando animais de companhia estão presentes em reuniões mediúnicas.
Não é muito comum que tal suceda em reuniões mediúnicas sérias. Mas pode acontecer.
E, baseado na minha experiência (e apenas na minha) vou-lhe contar o que sucedeu em várias ocasiões em que tal aconteceu.

1. Em reuniões de cura mediúnica:

As reuniões realizavam-se então (há vários anos) numa dependência da residência de um companheiro nosso, apenas destinada para esse efeito. Essa dependência não tinha porta que a separasse do resto da habitação e, não raro, em reuniões de cura mediúnica, um ou mais gatos do dono da casa compareciam à reunião, aninhando-se a um canto. Mantinham-se quietos, serenos. Não perturbavam. Dir-se-ia que gostavam de estar lá a ‘receber as boas vibrações’.
Mais do que uma vez uma gatinha (mais atrevida) saltava, no final da reunião, para cima da mesa de cura e lá ficava quieta, deitada por algum tempo. Normalmente os gatos (dois ou três) permaneciam no recinto da reunião mesmo depois dos humanos terem abandonado a sala.
Indagámos uma vez os amigos espirituais sobre o comportamento dos animais. Foi-nos dito que, de facto, eles lá permaneciam para receber as “boas vibrações”. Para eles “nós (os espíritos) somos deuses”, disseram-nos os amigos. Nunca tomámos a iniciativa de afastarmos os gatos pois, por um lado não nos perturbavam, por outro, os espíritos amigos, dirigentes destas reuniões, nunca nos solicitaram que afastássemos os animais. Assim, das vezes que eles compareciam a essas reuniões, deixávamo-los estar no canto por eles preferido.

2. Em reuniões de encaminhamento espiritual de entidades sofredoras ou de desobsessão:

O dono da casa tinha uma cadelinha da raça caniche. Normalmente esta cadelinha ficava no jardim da residência. Sucedeu que, uma vez, sem que o dono soubesse, ficou dentro da mesma.

Entrou no recinto da reunião de encaminhamento espiritual sem que nos déssemos conta. Iniciámos a reunião. Pouco depois a cadela começou a ficar muito inquieta e a rosnar. Só então é que reparámos que o animal lá se encontrava.
Pouco depois a caniche fugiu espavorida do recinto e não mais nos perturbou.
Durante a reunião manifestaram-se entidades muito revoltadas, cheias de ódio e desejos de vingança. Com algum diálogo mas, sobretudo, com muita oração feita com muito amor e desejo sincero de auxílio a esses companheiros desequilibrados, estes acabaram por ser encaminhados pelos amigos da espiritualidade.
No final da reunião manifestou-se o Espírito dirigente da mesma que, após tecer algumas considerações sobre o tipo de auxílio prestado a esses irmãos desencarnados, nos aconselhou a não deixarmos entrar animais no recinto por estes “serem sensíveis” e poderem causar perturbação – que foi o que sucedeu neste caso. Curioso que a estes reuniões de encaminhamento espiritual os gatos raramente estiveram presentes.

3. Perturbação causada por animais mas vinda do exterior

As reuniões mediúnicas deixaram, mais tarde, de ser feitas na dependência da residência desse nosso companheiro e passaram a ser realizadas em pequena casa pré-fabricada que ele mandou instalar no jardim.
Numa noite em que realizávamos uma reunião, a caniche não parava de ladrar junto à casa, perturbando sobremaneira e impedindo mesmo a continuação da reunião, que tivemos que interromper.
Saímos da casa para afastar a cadela para longe. Conseguimos (talvez com a ajuda dos amigos espirituais). Retomámos a reunião e não mais perturbou até ao final.
Manifestou-se psicofonicamente um Espírito em ambiente espiritual sublime perante uma plateia de espíritos desencarnados e espíritos em desprendimento durante o sono.
No final manifestou-se o Espírito dirigente que nos explicou que “havia quem quisesse impedir aquela reunião”, utilizando, para isso os meios ao seu alcance. Neste caso a cadelinha caniche.

Dos relatos atrás, de situações em que participei e que presenciei, concluo que não são apenas os humanos que podem ser influenciados por espíritos desencarnados. Os animais são-no igualmente, mostrando uma certa sensibilidade “mediúnica”.
Mário

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